
A maioria dos planos de viagem expira numa janela de validade, então gigabytes sem uso são dinheiro gasto à toa. Um saldo pague conforme o uso não tem janela: o crédito que você carrega é seu até ser gasto, acompanha você entre países e viagens, e retoma exatamente de onde parou na próxima vez que você pousar.
Existe um imposto silencioso sobre os viajantes precavidos. Com medo de ficar sem dados no meio da viagem, você compra o plano maior, e estava certo em se preocupar com a coisa errada: a maioria das pessoas volta para casa com gigabytes sem uso, e no momento em que a janela de validade fecha, esses dados que sobraram deixam de existir. Compre 10 GB, use 4, e ninguém devolve os outros 6. Veja por que os planos funcionam assim, e o que muda quando os seus dados de viagem são um saldo sem relógio.
Janelas de validade não são golpe; são o mecanismo que torna possível o preço dos pacotes. Um plano é barato por gigabyte justamente porque é delimitado: uma quantidade fixa, num lugar fixo, por um tempo fixo. Dá para precificá-lo de forma agressiva porque a capacidade não usada expira, em vez de se acumular como uma dívida em aberto. O sistema funciona bem quando o seu consumo bate com o pacote. O custo cai sobre todos que compram grande "por via das dúvidas", o que, se o medo de ficar sem dados guia as suas escolhas, é você em cada viagem.

Com o pague conforme o uso, você carrega créditos em dólares e os dados saem deles por megabyte, à tarifa publicada de cada país. Volte para casa com US$ 6,40 sobrando e nada acontece: o saldo fica na sua conta e volta a funcionar na próxima vez que você pousar em algum lugar, no mês que vem ou no ano que vem. Nada para comprar de novo, nada para reinstalar, nenhum prazo correndo. A mudança mais profunda é de comportamento: comprar a mais deixa de ser um seguro. Você não precisa do pacote grande "por via das dúvidas" quando ficar com pouco crédito significa só recarregar em segundos, então dá para começar com US$ 10 e deixar o consumo real, não o medo, decidir quanto você gasta.
Um saldo sem prazo ainda tem proteções. A tarifa de cada país é publicada antes de você viajar, e ela é um teto: você nunca paga mais por megabyte do que a tarifa listada. Avisamos quando o crédito está acabando, primeiro por volta de US$ 5 e de novo perto de US$ 1, e quando o saldo chega a zero, os dados param em vez de continuar cobrando, então não há nada em aberto para surpreender você. A recarga automática opcional pode recompor o saldo quando ele fica baixo, limitada a um teto que você escolhe e fácil de desativar. Prefere acompanhar por conta própria? Conferir o consumo funciona igual a qualquer plano.
Se as suas viagens são pesadas e previsíveis, um pacote fixo continua sendo a compra mais barata por gigabyte, mesmo com validade. Mas se você já voltou para casa com raiva dos gigabytes que pagou e nunca tocou, essa raiva apontava para o problema real: não a quantidade de dados que você comprou, mas o prazo pendurado nela.
Realmente. O saldo não tem janela de validade nem data de vencimento. Ele acompanha você entre países e entre viagens, e continua lá na próxima vez que você precisar.
As recargas começam em US$ 10 e vão até US$ 100 cada, em valores predefinidos. O seu saldo acumulado pode crescer além de uma única recarga; só cada compra individual tem limite.
As tarifas podem mudar com o tempo, mas a tarifa atual de cada país é publicada na tabela de tarifas e na sua conta, então dá para conferir quanto os dados vão custar antes de voar. A tarifa publicada é um teto, nunca um piso.
Claro. Os planos e o pague conforme o uso vivem lado a lado, e muitos viajantes usam um pacote para uma viagem pesada enquanto o saldo cobre tudo o que fica no meio.
Os dados param, sem sustos. Sem excedente, sem conta. Recarregue e a conexão volta na hora, ou ative a recarga automática com teto para nunca chegar lá.
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